Ouro Puro - Monoatômico


MISTÉRIO...SOMOS OS ÚNICOS NO UNIVERSO?


"Nada no Universo é imperceptível, todos nós somos partes de um milagroso inteiro cujo nossos corpos é a natureza e o espírito é Deus".

Portanto, o Mfkzt também como “pó branco /pão da vida" com a sua capacidade de “dar a Vida", era tido ainda no tempo de Moisés como uma dádiva dos deuses aos faraós, que ao ingeri-lo constantemente, adquiriam a sua natureza divina. Nesta época a "pedra filosofal" - ouro monoatômico - era transmutada em locais sagrados por artesãos /sacerdotes e tempos depois aqueles que ainda guardavam alguns destes conhecimentos secretos e esotéricos especiais como no Ofício da Maçonaria eram chamados de "hábeis" ou "habilidosos".

A ingestão do Mfkzt /pó branco ou "pão da vida" no Egito antigo melhorava a vida daquele que o ingeria, provavelmente estendendo a sua expectativa de vida. De acordo com os antigos registros esta "pedra sagrada" tinha os atributos de ser anti-cancerosa por combater deformações celulares, consertando cordões de DNA, de estimular /potencializar certas funções hormonais do sistema endócrino humano e, finalmente, de possuir certas propriedades que de certa forma podiam ativar o campo energético do individuo.

Na vida como na morte a iluminação final (auto-iluminação) era e é uma constante fonte de busca do ser humano. Em oposição ao corpo físico tem o "corpo leve" que era chamado pelos antigos egípcios de "Ka" (veiculo da Essência/"Espírito" do indivíduo), que permanecia ativo na Vida após a morte.

E, o alimento de "Ka" era luz que gerava iluminação (luz magnética pelo efeito Meissner) através do "pó da projeção" outro atributo do ouro mono-atômico , que os artesãos /sacerdotes do Templo o preparavam a partir do ouro monoatômico. E, junto com esta expansão luminosa de origem magnética acontecia a expansão do campo energético do individuo, facilitando paralelamente expansão de sua consciência (iluminação) pela "transmutação" de sua ignorância tipicamente humana.

Os antigos povos Sírio-Fenícios chamavam este "reino" de iluminação, onde irradia a energia magnética além da energia eletromagnética - como o reino superior do Plano de Shar-On ou a Dimensão da Órbita da Luz - que atualmente é campo de estudo da física quântica através dos elementos monoatômicos orbitalmente rearranjando (ORME).

Arqueólogos encontram 'pirâmide perdida' no Egito

Arqueólogos encontram 'pirâmide perdida' no Egito



Arqueólogos egípcios encontraram a "pirâmide perdida" do faraó Menkauhor, que governou a região há mais de quatro mil anos. A descoberta foi feita junto com outra, de uma via de procissões cerimoniais onde altos sacerdotes transportavam restos mumificados de touros sagrados. O anúncio foi feito hoje pelo arqueólogo-chefe do país, Zahi Hawass. Apenas a base da pirâmide de Menkauhor está preservada.

Em 1842, o arqueólogo alemão Karl Richard Lepsius mencionou a pirâmide de Menkauhor entre suas descobertas em Saqqara, chamando-a de "pirâmide sem cabeça", por causa da ausência do topo da estrutura. Porém, as areias do deserto encobriram o achado de Lepsius e desde então nenhum arqueólogo havia reencontrado a obra. A base da pirâmide estava encoberta por muita areia, retirada durante o ano passado e este. Além disso, também foi descoberta uma câmara funerária.

Segundo Hawass, o estilo da pirâmide e de um sarcófago de granito também achado no local indicam que a pirâmide era da Quinta Dinastia, período iniciado em 2.465 a.C. e terminado em 2.325 a.C., cobrindo 140 anos do Velho Reinado. A obra teria sido realizada aproximadamente dois séculos depois da Grande Pirâmide de Gizé, concluída por volta de 2.500 a.C..

Os arqueólogos não encontraram nenhuma inscrição com o nome do faraó em hieróglifos. Esse tipo de assinatura indica o líder proprietário do local. Porém, baseado em estimativas da data da pirâmide, Hawass diz estar certo de que a estrutura pertencia a Menkauhor.

Via para procissões

A segunda descoberta anunciada hoje foi parte de uma via para procissões cerimoniais. O caminho data do Período Ptolomaico, que percorre cerca de 300 anos, antes de 30 a.C.. As tumbas nas quais os touros considerados sagrados eram enterrados já haviam sido descobertas pelo arqueólogo francês August Mariette, em 1850.

O arqueólogo-chefe afirmou ainda que apenas um terço do material existente no sítio arqueológico de Saqqara foi descoberto até o momento. "Saqqara é o sítio intacto do Egito", disse Hawass. "Você nunca sabe que segredos as areias do Egito escondem. Eu sempre acredito que haverá mais pirâmides para descobrir."